Posso ajudar! Mas é importante lembrar que CID não define “pessoa com deficiência”; ele apenas registra doenças, lesões ou condições. A caracterização de deficiência permanente depende de avaliação médica e funcional, não apenas do código.
Ainda assim, aqui estão CIDs frequentemente usados para indicar limitações permanentes dos membros inferiores, dependendo da causa:
1. Amputações de membros inferiores
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Z89.5 – Perda adquirida da perna (abaixo do joelho)
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Z89.6 – Perda adquirida da perna (acima do joelho)
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Z89.4 – Perda adquirida do pé e parte do tornozelo
2. Paralisias permanentes
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G82.2 – Paraplegia flácida
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G82.1 – Paraplegia espástica
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G83.1 – Monoplegia do membro inferior
3. Malformações congênitas dos membros inferiores
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Q72 – Ausência congênita ou redução de membro inferior
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Q65–Q79 – Outras malformações envolvendo quadris, pernas, pés ou estrutura musculoesquelética
4. Sequelas de lesões permanentes
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T93.0–T93.8 – Sequelas de fraturas e lesões de membros inferiores
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T94.1–T94.3 – Sequelas de lesões em quadril, coxa, perna, tornozelo e pé
5. Doenças que podem levar à incapacidade permanente
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M21.6 – Deformidades adquiridas do membro inferior
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M16 – Coxartrose (quadril) severa
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M17 – Gonartrose (joelho) severa
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M48.0 – Estenose de canal vertebral (quando causa impotência funcional dos MMII)
Os códigos CID T93.0–T93.8 referem-se às sequelas de traumatismos do membro inferior (CID T93), resultantes de lesões prévias que causam consequências permanentes, como deformidades, perda de função ou dor crônica. A categoria abrange diversas situações específicas, incluindo ferimentos (T93.0), luxações (T93.3), fraturas e outros traumatismos especificados (T93.8), que afetam a perna e o pé.
O ChatGPT disse:
Correto! Sua descrição está alinhada com o que o CID-10 prevê para o bloco T93, que realmente trata de sequelas de traumatismos do membro inferior.
Aqui está um resumo um pouco mais detalhado para complementar:
✔ Categoria T93 – Sequelas de lesões do membro inferior
Esses códigos são usados quando a lesão original já ocorreu no passado, mas o paciente permanece com consequências permanentes, como:
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limitações funcionais,
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deformidades,
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dor crônica,
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instabilidade articular,
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perda de mobilidade,
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alterações estruturais,
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sequelas de fraturas, luxações ou ferimentos.
Subcategorias mais comuns
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T93.0 – Sequelas de fratura do fêmur
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T93.1 – Sequelas de fratura da perna (incluindo tíbia e fíbula)
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T93.2 – Sequelas de fratura do tornozelo
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T93.3 – Sequelas de luxações do membro inferior
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T93.4 – Sequelas de traumatismos de nervos do membro inferior
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T93.5 – Sequelas de traumatismos de vasos sanguíneos do membro inferior
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T93.6 – Sequelas de traumatismos de músculos e tendões do membro inferior
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T93.8 – Outras sequelas especificadas de traumatismos do membro inferior
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T93.9 – Sequelas de traumatismos do membro inferior, não especificadas
Esses códigos são frequentemente utilizados em perícias, laudos médicos e avaliações de deficiência, já que descrevem o estado atual resultante de uma lesão antiga — e não o evento agudo.
Se quiser, posso ajudar a identificar qual CID é mais apropriado para um caso específico. Basta me dizer qual foi o tipo de lesão e suas consequências.
Fonte: O ChatGPT

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